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Jingles das campanhas municipais analisadas por um músico

* Reproduzo aqui uma extensa pesquisa sobre os jingles das campanhas municipais deste ano feitas pelo Marcus Rocha, um analista de sistemas e músico que assina o Blog Rápido e Rasteiro.

* Estas observações, aqui reunidas, foram publicadas no Blog do Marcus desde o início da campanha. E ele sempre vai atualizando. Lá no Blog dele tem também mais algumas informações gerais sobre os jingles, que omiti por questões de espaço.

* Em tempo: as opiniões são dele, não minhas. Discordo, inclusive, de algumas observações dele a respeito de estratégia eleitoral do jingle de determinados candidatos. Mas o Marcus faz uma análise sonora interessantes, pelo menos muito mais interessante que eu faria. Afinal, ele é músico e eu não.

* Fala Marcus!

  • Fernando Gabeira (Rio de Janeiro): fiquei impressionado com a qualidade da música. A música “Sou Rio” com certeza dá prá tocar na programação normal de qualquer rádio, sem medo de fazer sucesso. Tem uma grande influência de Asian Dub Foundation e os clones brasileiros como O Rappa, Furto, etc. Não sei a música vai ajudar a garantir votos, pois não deve atingir o público mais popular, mas vale a pena escutar.
  • Soninha (São Paulo): vai no mesmo estilo do Gabeira, mas sem a mesma qualidade. A música “Quem foi que disse?” vai também no estilo mais hip hop, o que reforça a estratégia da candidata de contar com os votos dos jovens, mas parece meio “pasteurizada”.
  • Marta Suplicy (São Paulo): esse é um caso engraçado. O site pode ser classificado como “super fashion” (a logomarca é um “luxo”), mas o jingle é uma reedição do famoso forró da campanha de reeleição do Lula. A música “Deixa ela trabalhar” com certeza vai dar um recall grande ao público fiel do atual Presidente, mas na minha opinião perde pontos pela falta de criatividade e pela total desconexão com o restante da campanha da candidata.
  • Geraldo Alckmin (São Paulo): parece música de propaganda institucional de grandes empresas. Um grande coral cantando “Geraldo faz, Geraldo é capaz…” me lembra propagandas institucionais como as da TAM, Correios, etc. Como o candidato, pode-se considerar um jingle “chuchu”.
  • Gilberto Kassab (São Paulo): uma definitiva marchinha eleitoral. O compositor realmente bebeu da fonte dos antigos jingles de grande sucesso como a inesquecível marchinha do Ulisses Guimarães (”bote fé no velhinho…”). Se fosse em fevereiro, faria um sucesso danado nos bailes de carnaval. Na minha opinião, tem pegada eleitoral e também casa com a imagem do candidato.
  • Jô Moraes – PC do B (Belo Horizonte): o site não mostra, “esconde” o jingle. Em um dos vídeos, pode-se ouvir uma música que parece ser o tema, mas não dá para identificar. Parece ser uma marchinha. Mas a parte interessante fica com a “música incidental” do principal vídeo do site: Bolero de Ravel, que não necessariamente combina com política.
  • Leonardo Quintão – PMDB (Belo Horizonte): o jingle começa no estilo “moda de viola”, emendando em um baião arrasta pé. A letra deixa bastante a desejar (”Sou Leonardo, sou 15, eu sei de cor…”), e não sei se foi a melhor escolha para um candidato jovem, que quer ser identificado com modernidade.
  • Márcio Lacerda – PSB (Belo Horizonte): desde o início, nota-se um jingle muitíssimo bem produzido. A introdução tem orquestra, com direito a Harpa e tudo o mais, com um violão fazendo a “costura” junto com os vocais. Em seguida, vem um Reggae (isso mesmo!) com pegada pop, com a orquestra fazendo o suporte harmônico. A letra é muito boa e “pegajosa”, com chavões do tipo “é isso que a gente quer…”. Se fosse apenas pelo jingle, já tinha sido eleito.
  • Manuela – PC do B (Porto Alegre): interessante como o PC do B tem candidatas do estilo “musa”. A candidata Manuela tem o mesmo estilo da “companheira” Ângela Albino (Florianópolis) que, como diriam as más línguas, seriam “comunistas de butique”. Prejulgamentos à parte, apesar do site muito bem feito, a jingle deixa bastante a desejar. Trata-se de um samba enredo pasteurizado, com letra muito fraca. O slogan “Sou mais ela” com certeza poderia ter sido melhor aproveitado.
  • Maria do Rosário – PT (Porto Alegre): pelo visto, as mulheres estão dominando as chapas para a capital gaúcha. O jingle desta candidata também vai para o samba, porém mais para o lado partido alto com derrapadas no “pagode breganejo”. Bem melhor produzido que o jingle da concorrente Manuela, tem letra fácil de lembrar (”Prá levantar Porto Alegre agora é Maria…”).
  • Paulo Maluf – PP: como diriam os norte americanos, “at last but not least”, o polêmico ex-prefeito da capital paulistana. O jingle se encaixaria no estilo, digamos assim, “cara de pau”, tal qual o candidato. É uma salada de estilos, que variam entre o pop, o rap e o sertanejo, que não é necessariamente agradável. A letra é um capítulo à parte, que merece destaques como “São Paulo tem a cara de Maluf…” / “Depois que ele saiu da prefeitura tudo aqui parou…” / “Esse é o cara” / “Jogaram tanta pedra nele e ele tá aí…”. Enfim, esse jingle definitivamente entra na categoria “comédia”.
  • Eduardo Paes (PMDB – Rio de Janeiro): nos primeiros acordes, pensei que era aquele funk carioca “Se ela dança, eu danço”, o que à primeira vista é uma boa idéia para um jingle eleitoral. Porém, a métrica da letra simplesmente não encaixa direito no ritmo da música, que também carece de melhor produção.
  • Chico Alencar (PSOL – Rio de Janeiro): o candidato não tem um, mas dois jingles, ambos carecendo de uma melhor mixagem. O primeiro tem uma pegada mais eletrônica, meio lounge, porém a batida está muito alta e não “casa” direito com o violão. O segundo é um samba quase enredo, que é sem dúvida melhor que o outro jingle, mas ainda deixa a desejar. As letras de ambas as músicas não “grudam” no ouvido, faltam refrões mais “pegajosos”.
  • Marcelo Crivella (PRB – Rio de Janeiro): mais uma marchinha eleitoral. A letra é boa, com refrão fácil de lembrar (”Crivella lá, Crivella lá, Crivella é 10…”), porém a gravação soa abafada, quase pasteurizada. Talvez a falta de instrumentos acústicos também contribua com o problema. Marchinha sem o bom e velho trio trompete + saxofone + trombone, não funciona.
  • Imbassahy (PSDB – Salvador): minha primeira impressão é que o nome do candidato não ajudava em nada, até ouvir o jingle (minha primeira reação foi tirar uma onda com o nome). A música começa meio estranha, algo como um sertanejo “dor de cotovelo” (dor mesmo, a palavra é mencionada algumas vezes inclusive) que não pegou bem. Depois o jingle engrena e pega carona em um pop com um coral de vozes que dá um peso institucional à música. Ficou muito legal a rima de termos como “descomplica aí”, “muda tudo aí”, “tá voltando aí” e outros com o nome do candidato “Imbassahy” (se lê “Imbassaí”). O site do candidato tem uma coisa que ainda não vi em nenhum outro: há uma animação em flash (que está pesada, diga-se de passagem) com uma música baseada na melodia do jingle falando especificamente do site. Isso mostra que a agência responsável pela campanha está ligada na importância da internet e na integração na estratégia de comunicação da campanha como um todo.
  • Ivan Valente (PSOL – São Paulo): ao contrário do candidato anterior, o nome desse candidato já facilita um monte o trabalho do pessoal de comunicação. O jingle da campanha é um forró simples, mas honesto. A letra é fácil de lembrar, o que é fundamental em música para propaganda (”Onde vai Valente, vou prá linha de frente”), até porque a agência também usa e abusa das idéias ligadas ao nome “Valente”.
  • Beto Richa (PSDB – Curitiba): tem duas músicas, nenhuma das duas sendo algo a se destacar. Uma delas é um pop-rock sem sal, a outra é uma polca com teclado de pagode (ma-ga-vi-lha!). Isso comprova duas teorias: a primeira, o candidato a reeleição é líder das pesquisas e não precisa se esforçar muito para se reeleger; a segunda, Curitiba nunca foi um celeiro criativo em termos de música, ainda falta uma identidade musical para a cidade. Pelo menos, a letra da polca foi feita para “grudar” no ouvido, mesmo com o risco de serem feitas várias sacanagens com o nome do candidato (”Beto, Beto, fica! Eu quero Beto, Beto Richa!).
  • Carlos Moreira (PMDB – Curitiba): o jingle também vai no clichê dos jingles com introdução grandiosa, institucional, para depois cair na música propriamente dita. Por falta de orçamento, o instrumental da orquestra é feito com teclados, porém é bem produzida. A música vai no estilo Gospel brasileiro, mas é muito lenta. A melodia até é bonita, mas não anima.
  • Gleisi Hoffmann (PT – Curitiba): quando eu falo sobre a falta de identidade da música curitibana, parece preconceito, mas não é. Na verdade, já morei em Curitiba e gosto muito da cidade, porém esse é um fato inegável. A candidata Gleisi tem um jingle que mais parece música gauchesca. É meio um xote/vaneirão com violão em destaque e boa melodia. É um bom jingle, porém não combina nem com a candidata e muito menos com a cidade. Acho que a agência errou de Estado.
  • Valéria Pires (DEM – Belém): mais uma para a galeria de “musas candidatas a prefeita”. O jingle tem apelo bastante popular, utilizando o ritmo da região que foi difundido nacionalmente pela banda Calypso. A música usa e abusa da eletrônica e tem letra fácil (”Valéria, Valéria, Valéria vai governar!”). O gosto pode até ser duvidoso, mas vai pegar bem junto ao eleitorado. Detalhe: o jingle tem até um rap!
  • Gilberto Kassab (DEM – São Paulo): quem leu os posts anteriores deve estar se perguntando por que Kassab aparece novamente aqui. É que a campanha do candidato resolveu publicar mais músicas, que merecem o seu devido destaque. São jingles temáticos, de acordo com as maiores realizações/plataformas da campanha. Tem jingle para a saúde, para o “leite das crianças”, para a lei “cidade limpa”, e para outros temas. É uma inovação interessante.
  • João (PMDB – Salvador): a partir no nome “fácil” para se trabalhar e com grande apoio popular, os publicitários acertaram na escolha do estilo do jingle, indo beber na fonte do mais puro “brega”, ritmo consagrado nas rádios populares nordestinas. A letra da música resume-se praticamente ao refrão, o que deve dar um bom resultado para a campanha do candidato que concorre à reeleição (”Eu quero João, prá que mudar”… “eu quero ele lá”).
  • Carlos Eduardo Cadoca (PSC – Recife): a cidade de Recife revelou muitos talentos na década de 1990, como Chico Science e Lenine. O jingle do candidato Cadoca vai nessa direção meio maracatu, meio eletrônica, meio rap, lembrando em certos momentos o sucesso “Jack sou brasileiro”, de Lenine. A letra é boa, contornando o baixo apelo popular do nome do candidato (”Cê, Cê, você com Cadoca, Cadoca com você”).
  • João da Costa (PT – Recife): outro candidato a prefeito com nome João. Pelo que pude entender, o atual prefeito da cidade é do mesmo partido e também se chama João. Tomando essa coincidência, além do fato que o Governador do Estado e o Presidente da República são também do mesmo partido, o pessoal da publicidade criou a idéia “Timão: Governador, Presidente e dois prefeitos João”. A letra é um pouco longa, mas a música traz um frevo muito bem produzido, marca tradicional da capital pernambucana. Um fato interessante: há mais três jingles no site, todos muito bons. Creio que o estúdio contratado para fazer os jingles acabou fazendo várias músicas boas, que serão utilizadas na campanha. Há mais um Frevo, um Galope, e um Xote, esse último com melodia muito bonita por sinal.
  • Raul (PMDB – Recife): o jingle inicia com uma introdução institucional, no estilo “grandioso”, lembrando por vezes a música da propaganda da “Vivo! Vivo!”. Em seguida, entra em um samba-reggae com fundo orquestral. A letra vai direto ao ponto (”Raul 15 prefeito!”), reforçando a idéia com um fundo de maracatu. Música clichê, porém bem produzida.
  • Mendonça (DEM – Recife): o jingle oficial inicia com uma moda de viola com um coral cantando, entrando em um forró ligeiro. A música é bem produzida, mas é difícil entender o que está sendo cantado, algo fundamental em um jingle. Creio que o forró poderia ser mais lento, ou então a letra mais simplificada. Há uma versão em frevo da mesma música, que padece do mesmo problema de “velocidade”. Um ponto interessante: o candidato ganhou um outro jingle “de presente” do MC Leozinho do Recife. Na minha opinião, um baita presente de grego, porque funk carioca simplesmente não combina com o sotaque do MC. Para que ninguém me chame de preconceituoso, pode ser até que o “presente” tenha impacto, devido ao grande apelo popular.
  • Dárcy Vera (DEM – Ribeirão Preto): o site todo rosa já chama a atenção, bem como a pose fazendo cara de “quem tem conteúdo”. A música é um breganejo bem produzido, dentro do estilo que faz sucesso na região. Faltou um refrão mais fácil de lembrar, porém é uma boa peça publicitária.
  • Sabino (PT – Itapema): ao procurar o candidato homônimo de Ribeirão Preto e do mesmo partido, me deparei com o candidato à prefeito dessa pequena cidade do litoral de Santa Catarina, próxima à Florianópolis. E olha que o pessoal não fez feio! O refrão é muito bom (”Sabino fez, Sabino faz, Sabino vai fazer mais”), e a música não deixa a desejar. A parte estranha fica por conta da propaganda de rádio disponível no site, que emenda o jingle com a 9ª sinfonia de Beethoven.
  • Sabino (PT – Ribeirão Preto): a música tem o título “Vamos sacudir a poeira”, que lembra tudo menos campanha eleitoral. O jingle inicia com andamento lento, estilo moda de viola, com bela melodia cantada por um coral e um tecladinho “base” no fundo, emendando em um country que faz sucesso no interior de SP. A música é bem produzida, porém a letra é muito grande e embolada, difícil de memorizar. O compositor até tentou fazer uma jogada com o nome do candidato e a sua principal plataforma (”Sa de Saúde em primeiro lugar … Sa de Sabino prá Ribeirão avançar”), mas falta bastante para ser algo que “pegue” na memória das pessoas.
  • Wilson Santos (PSDB – Cuiabá): é um forró, com voz marcante. De imediato liguei a voz a Dominguinhos! Porém, achei estranho esse renomado compositor compor um jingle eleitoral. Para matar a curiosidade, procurei e achei: realmente, era o Dominguinhos (meus ouvidos não me traíram). Bem, qualidade é indiscutivelmente boa. Um forró muito bem produzido, com linda melodia e boa letra, fugindo dos clichês normalmente encontrados por aí. A mensagem da música é positivista (”prá ficar melhor”), para a reeleição do candidato. Eu só dispensaria o “tecladinho” no fundo.
    Obs.: o colega Blogueiro João Bosquo rapidamente me alertou: Dominguinhos apenas emprestou a voz ao jingle, o compositor é o publicitáio Afro Stefanini II. Obrigado pela dica João!
  • Walter Rabello (PP – Cuiabá): demorei para achar o jingle no site (o link do player está quebrado), que é um “country” no estilo “Bruno e Marrone”. O refrão do jingle até é fácil de lembrar, mas achei a música “apagada”, o tom está muito baixo e a mixagem matou muitas freqüências agudas. Além disso, tem um locutor chato falando em cima da música um mantra: “Walter Rabello é 11…”.
  • Gasparini (PSDB – Ribeirão Preto): a música é uma marchinha bem no estilo de carnaval. Aliás, me lembrou muito aquelas marchinhas de gosto duvidoso que o Silvio Santos grava todo os anos. Não sei se por isso, mas não pude conter o riso, o que não deixa de ser um bom sinal, a música é alegre, sem dúvida. O refrão é clichê, mas deve funcionar (”O povo todo grita: fica, Gasparini, fica!”), até porque não é cantado, é falado em “coro”, como se uma multidão estivesse pedindo para o candidato ser reeleito. Fica longe de ser uma música bem produzida, mas é capaz de cumprir a função publicitária. Além da marchinha, ainda há uma outra música, um “breganejo” com forte influência de “Roupa Nova”. É uma balada, com o mesmo mote da marchinha. Mais uma vez, ponto negativo para os teclados em ambas as músicas.
  • Valtenir (PSB – Cuiabá): o jingle é um axé no estilo “Chiclete com Banana”. Música animada, com letra que busca trazer idéias positivas, principalmente o “V de vitória” (e de Valtenir). O vocalista é bastante desafinado e a música está mal mixada. Não chega a ser um jingle ruim de todo, mas poderia ser muito melhor. Trocando a voz e melhorando a mix, ganharia bastante pontos com a audiência. Mesmo assim, a peça cumpre a função publicitária sem fazer (muito) feio.
  • Pedro Teruel (PT – Campo Grande): de acordo com o clichê musical vigente, essa é mais uma música com “introdução”. Tudo bem, o jingle inicia com uma bela moda de viola, com forte influência sertaneja de raiz. Quando entra a música propriamente dita, temos uma letra por demais embolada, mal dá para entender o que é cantado. O refrão até tenta ser de fácil lembrança, mas na minha opinião a campanha deveria ter escolhido “Pedro” e não “Teruel” para o refrão. A repetição de “é Teruel! é Teruel” soou como “é ter o Well” nas primeiras vezes (é triste, mas é impossível não lembrar a infame piada). Fora os problemas da letra, a música está muito bem produzida.
  • Nelsinho Trad (PMDB – Campo Grande): vanerão com toque sertanejo. Música com boa melodia e boa letra, que poderia tocar em qualquer rádio popular e fazer sucesso. Diferentemente da maioria dos jingles, a letra tira o foco no nome do candidato (até porque o nome não ajuda muito) e reforça a idéia da reeleição. Não sei se é a melhor estratégia, mas em termos de música, o candidato tem um ótimo jingle.
  • Iara Costa (PMN – Campo Grande): outra marchinha eleitoral, porém muito bem humorada. Quando é cantado “ia-ia-Iara Costa” é impossível não dar pelo menos um sorriso. A música mantém a atual tradição de se estragar boas músicas com timbres de teclado de baixa qualidade, mas creio que isso pode ter sido causado por restrições de orçamento da campanha (o site transparece isso). Mesmo assim, o jingle dá o recado e cumpre o seu objetivo. Se não ganha em qualidade sonora, com certeza dá um banho de criatividade em outras peças de campanhas com muito mais recursos.
8 Comentários Comente
  1. set 19 2008

    ESTOU LHE ENVIANDO ESTA MENSAGEM , POIS VC COMENTA JINGLES E NÃO ESTA A PAR DO JINGLE MAIS TOCADO E QUE CAIU NO GOSTO POPULAR AQUI EM CUIABÁ ,,,,, VC NÃO DEVE TER ENCONTRATO PQ O CANDIDATO DO PSOL TEM UMA CANDIDATURA PEQUENA MAIS DE EMPACTO AQUI EM CUIABÁ ,,,, SE VC QUISER LHE ENVIO A MUSICA POR EMAIL E VC PODERA FECHAR A SUA AVALIAÇÃO DE TODOS OS JINGLES DA CAPITAL DO ESTADO DE MATO GROSSO. OBRIGADO E AGUARDO RESPOSTA …..

    Responder
  2. set 26 2008

    Gostaria da análise desse Jingle de Hilton em Salvador.

    Volto aqui depois… 😉

    Axé

    Responder
  3. Adriano
    out 27 2008

    galera eu ouvir um jingle muito show
    em petropoles/ rj
    do canditado Paulo Mustrangi

    ” e treze e treze Mustrangi e raiz
    e treze e treze petropoles vai ser feliz”

    se alguem conhecer onde poso encontra essa obra na net muito obrigado !!!!!

    Responder
  4. rapidoerasteiro
    dez 2 2008

    Oi Cila!

    Finalmente, passada a campanha política, dos relatórios que tive que fazer e depois de um bom descanso, tive tempo de cuidar melhor do meu blog.

    Neste ano trabalhei em três campanhas de capitais e, como sou responsável pela área de TI da empresa, o trabalho foi bastante grande.

    Gostaria de agradecer a referência que você fez ao meu blog. Só agora pude perceber quantas análises foram feitas, graças ao seu post 🙂

    Mais uma vez, obrigado. Fico à disposição. Aproveitei e já recomendei o seu Blog lá no “Rápido e Rasteiro”.

    Um abraço,

    Marcus.

    Responder
  5. rose
    ago 26 2010

    estou procurando o jingle do cafe pingo de ouro, cantado pelo leonardo! me ajude a encontra-la

    Responder
  6. set 6 2012

    Eis aqui o jingle mais tocado no Brasil.
    Campanha para vereador de Curitiba – PR

    Responder
  7. jun 13 2013

    Que Show de Informações sobre Jingles Políticos, sempre quis encontrar algo assim, um músico que realmente entende de música analisando os Jingles políticos, isso tem um valor imensurável, sou produtor de Jingles Políticos e realmente fiquei muito agradecido por esse artigo, obrigado mesmo!

    Responder

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